sexta-feira, 21 de novembro de 2008

[S. I.] Seu amor, meu amor. Ó grandioso Satanás!

Os seios dela não me saíram da mente durante meu sono de beleza. Coloquei meu pênis pro lado esquerdo pra ver se ele aumenta seus míseros centímetros, e acabei sonhando com os peitinhos dela, apontando sempre pra minha direção, sendo apalpados por minhas calosas mãos.

Anteontem o satanismo tomou conta de meu ser, caro leitor. Pastores oraram em toda a minha residência, e eu senti o satanás tomando conta. Jurei amor por ele, ao som de "UDR - Ó Mefisto", e desde então a palavra da nossa queridíssima sociedade me assombra: o Amor.

Para você leitor, que é um robô da sociedade (a foto do post o homenageia), é extremamente fácil explicar o Amor. Ó, sentimento grandioso e perfeito. Sua mãe também era capaz de explicar o amor, no momento em que estava sendo estuprada por seu pai pela primeira vez. E, o que se passa aqui, sua tensa, mesmo depois de ter passado por milhares de estupros, não poderia descrever.

O fato é, como os sentimentos satanistas e amorosos tomam conta do meu ser, não posso lhes passar por meio de palavras, situações extremamente inconfortantes e cômicas. A saga inicia aqui, afinal, psicologia é o do Satanás. E o Satanás, está dentro de mim. Dentro de você.

Aguardem por continuidade na saga. Mil perdões pela falta de palavras. Transmitir sentimentos mais fortes que cópulas com capivaras flamejantes é realmente complicado.

Um grande abraço, pois é o que a lua nos diz para fazer.

Súdito Incompreendido.

Nenhum comentário: