terça-feira, 28 de outubro de 2008

[S. I.] Chupar a tecla SAP


Eis que em algum momento de um papo nerd, ouço uma frase parecida como a do título. Nesse exato momento, minha imaginação começou a criar cenas improváveis. Até que, finalmente, consegui imaginar uma alpaca (sim, alpaca. Você já deve ter transado com uma) chupando a tecla SAP. Sua mãe vai adorar ler esse post, pois, ela me confessou que adora copular com alpacas em seu estado fértil, fazendo nas mesmas, sexo oral. Afinal, sua tensa progenitora é desprovida de mãos.
Enquanto escrevo, imagino duas alpacas copulando sobre uma tábua de madeira de Pau-Brasil. Consigo imaginar tal cena, devido à tecla SAP, que hoje, pôde me dar um incrível nível de intelectualidade, ao traduzir o que os baianos-apresentadores da TV brasileira defecam em forma de sons. As mesmas, produzem sons tais como sons que acarajezeiras produzem ao anunciar o seu produto. A cópula é formidável, afinal, são duas alpacas lésbicas. E só lhe resta, meu caro leitor, criar a até então inimaginável cena de sua tensa progenitora, transando com uma argentina banguela. Em cima de uma tábua de madeira. Tábua qual, seu padrasto utiliza como ferramenta de trabalho, como andaime. A sua cadeira de rodas não permite que o mesmo circule no chão de uma construção forrado de pedras enormes.
Cenas que realmente faltaram no meu texto, foram cópulas gloriosas entre nazistas e afro-descententes. Asiáticos e Europeus negros. Por ora, reduzi sua imaginação apenas à cultura afro-brasileira e argentina (de onde surgiu a amante lésbica de sua tensa e as alpacas).
O que realmente se passa no post, no meio de tantas palavras extremamente informativas, é que, talvez seria mais fácil entender a língua latino-espanhola na nossa televisão sem legendas, do que acompanhar a fala dos nordestinos que infelizmente estão lá, em todas as telas, enquanto estamos aqui sem fazer absolutamente nada.

Um grande beijo no centro de seu popô.

Súdito Inconformado

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